5 desafios de TI para pequenas e médias empresas

A TI vem provocando mudanças profundas na dinâmica estrutural das empresas, sobretudo as de pequeno e médio porte. São transformações viscerais e extremante rápidas, que começam pela concorrência e acabam forçando os demais empreendedores a aderirem às inovações  tecnológicas, sob pena de serem expurgados do mercado.

Essa espécie de “seleção natural” pela TI vem gerando muitas dores de cabeça à PMEs, que precisam entender a lógica em reduzir custos e atualizar sua infraestrutura de TI: as 2 coisas ao mesmo tempo! Pensando nesse e em outros pesadelos enfrentados por gerentes de TI, CIOs e até mesmo os CEOs, listamos aqui os 5 maiores desafios em TI para pequenas empresas (bem como as de médio porte), a fim de que os gestores sejam capazes de discernir quais investimentos são realmente imprescindíveis e como fazê-lo de forma eficiente, eficaz e efetiva, com visão estratégica de negócios e alvo apontado para o médio e longo prazo! Pronto para batalha?

Aumentar a disponibilidade dos serviços e reduzir os custos – Uso de cloud computing

Existem 3 áreas cruciais na governança em TI e que não podem ser esquecidas de forma alguma pelas PME’s: virtualização, mídias sociais e cloud computing. Essa Santíssima Trindade das empresas de sucesso, embora essencial para manter a competitividade da companhia no longo prazo, ainda é ignorada por algumas empresas incipientes, o que explica porque a taxa de mortalidade das organizações com menos de 5 anos de vida beira os 50%!

Muitas empresas ainda incorrem no erro de associar tecnologia da informação com custo. Entenda: TI não é custo: é investimento. E o investimento direcionado para as áreas corretas gera aumento na produtividade e ampliação da margem de lucro da companhia, compensando em larga medida as despesas efetuadas na área de gestão da informação. Um dos investimentos de precisão “cirúrgica” em TI para reduzir custos é a adoção dos recursos da computação em nuvem (cloud computing).

A migração para a computação em nuvem:

  • Aumenta a disponibilidade dos serviços;
  • Melhora a governança de TI;
  • Reduz o tempo de acesso às informações;
  • Permite a tomada de decisões mais rápidas, o que pode significar novos negócios, em um ambiente corporativo extremamente dinâmico;
  • Aumentam a produtividade, à medida que libera colaboradores para se dedicarem exclusivamente ao core business da organização;
  • Dá mobilidade no trato dos dados da empresa, os quais podem ser acessados de qualquer ponto;
  • Oferecem um “upgrade” no cuidado com a segurança da informação.

O trabalho na nuvem é uma reposta a essa conta difícil de fechar: aumentar os investimentos em TI e reduzir custos!

Garantir continuidade de negócio – Backup e disaster recovery (recuperação de desastres)

A inexistência de cópias de segurança e de eficientes políticas de prevenção/recuperação de desastres costumam formar um gargalho no trabalho do staff de TI das pequenas e médias empresas, obrigando-os a gastarem muito tempo na busca de dados perdidos ou danificados.

As grandes empresas utilizam sistemas automatizados de backup, a gerarem cópias de segurança de forma periódica. O objetivo desses appliances dedicados à geração de cópias ou recuperação de desastres é assegurar proteção completa dos dados da empresa contra roubo/furto de dados, alterações indevidas, danos mecânicos, etc. Vale lembrar que muitos gerenciadores de recursos em nuvem já vêm com sistemas de backup automático (backup na nuvem) e disaster recovery. A tomada de consciência dessa necessidade é um dos maiores desafios em TI para pequenas empresas, bem como as de médio porte. Caso haja alguma dúvida sobre backups, cliqueaqui!

Reduzir riscos para o negócio – Segurança

Quase uma continuação do ponto anterior. De acordo com um levantamento feito há alguns anos pelo Instituto de Educação Tecnológica – IETEC, apenas 5% das empresas brasileiras direcionam recursos para a área de segurança da informação. Não ter qualquer sistema de backup, disaster recovery, criptografia dos dados armazenados e monitoramento remoto de TI, revela o quanto algumas empresas brasileiras ainda não estão preparadas para ter competitividade internacional, nem se estabelecerem com solidez e planejamento no longo prazo. Alguns dados corporativos valem milhões e, muitas vezes, uma ação de intrusão representa a necessidade de baixar as portas em definitivo. Mais um dos críticos desafios em TI para pequenas empresas.

Aumentar a estabilidade – Manter os equipamentos atualizados e livres de problemas

Aqui estamos falando especificamente de adotar um sistema de monitoramento de TI que permita identificar, com antecedência, falhas na disponibilidade de rede ou sistemas, além da adoção automatizada de soluções, evitando, assim, paradas na operação da empresa (e, por consequência, perda de recursos). Identificar problemas antes de chegar aos pontos críticos é mais um dos desafios em TI para pequenas empresas! Conheça algumas soluções em monitoramento de rede aqui!

Aumentar a produtividade – Ferramentas e sistemas eficientes e estáveis

Gestão da informação de forma eficiente garante aumento na produtividade. Desenvolver um bom plano de diretor de TI, adotando ferramentas modernas em gerenciamento de rede e sistemas de gestão empresarial (ERP) com alta capacidade de integração de informações é mais do que essencial. Caso sua empresa não tenha uma governança de TI bem estruturada, a recomendação é recorrer a uma consultoria de TI de excelência no mercado. Ela será capaz de diagnosticar os principais gaps de eficiência em gestão da tecnologia e lhe indicar os melhores caminhos para aumentar sua produtividade sem impactar de forma significativa seus custos fixos ou variáveis!

Ficou com alguma dúvida? Quer saber como aplicar algum dos pontos citados no contexto específico de sua PME? Então deixe uma mensagem abaixo e teremos o prazer em lhe mostrar algumas soluções estratégicas para seu negócio!

Author André Bernardo de Oliveira

Diretor Comercial | Professor de Negócios - Best Seller | Executivo Especialista em Gestão de TI

More posts by André Bernardo de Oliveira

Leave a Reply